A Broncoscopia

O invento da broncoscopia data de 1897 por Gustav Killian. Na época com a ajuda de espelhos e lentes ele, juntamente com um engenheiro e um mecânico, inventou um ascessório rígido para retirar um osso de galinha de dentro do brônquio de uma criança de 7 anos. Assim nasceu a broncoscopia, a endoscopia dos pulmões, da traquéia e dos brônquios. Hoje tudo evoluiu. Os aparelhos são flexíveis, estão portáteis e cada vez mais finos. Através dele pode-se diagnosticar o câncer de pulmão, retirar pequenos fragmentos deste para o laboratório (biópsia), colher secreções dos pulmões para diagnosticar as mais diversas infecções respiratórias (como a tuberculose entre outras) e até realizar biópsia do tecido pulmonar atravéz da biópsia trans-brônquica. O broncoscópio flexível nada mais é que um conjunto de fibras óticas que leva um raio de luz frio e trás as imagens de tudo que esta se passando dentro da traquéia e dos brônquios. No interior dele também existe um fino canal por onde pode-se colher secreções, biópsias e escovados. Com o auxílio do broncoscópio flexível se retira também corpos estranhos que porventura tenham caído dentro da via aérea (traquéia e brônquios).
A broncoscopia é utilizada no estadiamento ("classificação") completa do câncer de pulmão. É exame decisivo na avaliação da possibilidade de tratamento cirúrgico efinitivo do câncer de pulmão.

 

 

 

 

Cirurgia Torácica - Dr. Leonardo Cesar Silva Oliveira

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